segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Os Caçadores de Primos de Mersenne
Lembra-se dos números primos?
Claro! É aquele que não tem divisores além de 1 e ele mesmo: 2, 3, 5, 7, (9 não), 11, etc.
Pois é, no dia 23 de agosto passado foi encontrado um novo número primo gigantesco, finalmente com mais de dez milhões de dígitos!
É o 243 112 609-1.
Não existe uma fórmula matemática que gere números primos. Eratóstenes, no século III a.C., escrevia uma tabela de números de 1 até 1000 e ia eliminando os números compostos até sobrarem apenas os primos.
Mersenne, no século XVII, propôs que números da forma 2p-1, com p primo, seriam também primos, por isso, denominados primos de Mersenne. Por exemplo, para p=2, temos 22-1=3, que efetivamente é primo. Na verdade, ela funciona para todos os primos p=2, 3, 5, 7, 13, 17 e 19, mas falha para p=23 e para vários primos acima.
Desde então, depois da entrada dos computadores, vem-se testando essa fórmula para muitos valores de p.
O projeto GIMPS - Great Internet Mersenne Prime Search procura esses primos de Mersenne, de uma maneira muito original. Em vez de usar supercomputadores, ele usa os tempos ociosos dos computadores pessoais de quase quarenta mil voluntários que, juntos, com a técnica de processamento paralelo, equivalem ao poder computacional de um dos maiores computadores existentes. E qualquer um pode participar!
O Homem que Calculava
O livro conta a história de Beremiz, jovem árabe que descobre uma enorme habilidade matemática ao pastorear ovelhas e calcular folhas de árvores. Ao encontrar o bagdali (natural de Bagdá) Hank Tade-Maiá, eles iniciam uma viagem a Bagdá. Ao longo da jornada, Beremiz vai conhecendo pessoas e lugares e solucionado diversas situações por meio de suas habilidades matemáticas: a partilha de 35 camelos por 3 herdeiros, a divisão de 21 vasos com conteúdos diferentes por 3 sócios, dentre outras questões.
O protagonista encontra muitas pessoas importantes e a todos impressiona com sua inteligência e a forma prática e simples de resolver questões relacionadas à matemática. Chegando a Bagdá, Beremiz cai nas boas graças do Califa.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Brincando de matemática com crianças de três anos de idade
Crianças de três anos de idade estão começando a reconhecer números e amam contar coisas. Ajude a manter a curiosidade natural da criança, desafiando-a a dominar conceitos numéricos. Esses tipos de jogos podem ajudar o seu filho no início do jardim de infância.
Quando você estiver andando, conte seus passos em voz alta com o seu filho. Conte degraus. Conte as coisas que você coloca na sua cesta de compras. Conte os pratos na mesa de jantar. Conte os doces em sua mão, e conte novamente depois de comer cada um. Consiga dez ímãs e uma folha de bolinho limpa. Segure a folha para que seu filho não possa ver um lado, e bata alguns ímãs nela, um de cada vez. Faça com que ele adivinhe quantos estão na folha e depois conte para ter certeza. Repita. Conte em sequência ascendente, descendente, rápido, devagar, alto e baixo. Isso nunca ficará chato para seu filho de três anos de idade.
Dados e dominós
Role os dados e conte os pontos. Use dados grandes, dados pequenos, dados coloridos — cada mudança faz um novo jogo. Depois de contar os pontos, conte o mesmo número de objetos para estender a atividade. Para realmente animar o jogo, consiga dois dados, um para você e um para seu filho. Role os dados. Aquele com mais pontos ganha! Os mesmos jogos podem ser jogados com dominós, tirando-os de uma caixa ou saco, ou os virando ao invés de rolar eles.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
A presença feminina na matemática - HIPÁTIA
A matemática, assim como outras áreas da ciência, deve muito à mulheres notáveis ao longo da História:
Hipátia ou Hipácia de Alexandria foi uma neoplatonista grega e filósofa do Egito Romano, a primeira mulher documentada como sendo matemática. Como chefe da escola platônica em Alexandria, também lecionou filosofia e astronomia.
Como neoplatonista, pertencia à tradição matemática da Academia de Atenas, representada por Eudoxo de Cnido e era da escola intelectual do pensador Plotino que a incentivou estudar Lógica e Matemática no lugar de investigação empírica e a estudar Direito em vez de ciências da natureza.
Hipátia era filha de Téon de Alexandria, um renomado filósofo, astrônomo, matemático, autor de diversas obras e professor em Alexandria. Criada em um ambiente de idéias e filosofia, tinha uma forte ligação com o pai, que lhe transmitiu, além de conhecimentos, a forte paixão pela busca de respostas para o desconhecido. Diz-se que ela, sob tutela e orientação paternas, submetia-se a uma rigorosa disciplina física, para atingir o ideal helênico de ter a mente sã em um corpo são.
Hipátia estudou na Academia de Alexandria, onde devorava conhecimento: matemática, astronomia, filosofia, religião, poesia e artes. A oratória e a retórica também não foram descuidadas.
Ficou famosa por ser uma grande solucionadora de problemas. Matemáticos confusos, com algum problema em especial, escreviam-lhe pedindo uma solução. E ela raramente os desapontava. Obcecada pelo processo de demonstração lógica, quando lhe perguntavam porque jamais se casara, respondia que já era casada com a verdade.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
MULTIPLICANDO COM OS DEDOS
Você sabia que pode utilizar os dedos para realizar multiplicações entre números de 6 a 10? Para isso, é necessário identificar os dedos da seguinte forma:
Por exemplo, para calcular 8x9, encosta-se o dedo equivalente ao 8 no dedo equivalente ao 9 na outra mão, como mostra a figura abaixo.
O resultado será um número de dois dígitos, onde o dígito das dezenas será igual à soma dos dedos que estiverem abaixo (incluindo os que estão em contato), e o dígito das unidades será igual à multiplicação dos dedos que estiverem acima. A figura a seguir ilustra a multiplicação.
Nerds acham a maior graça!
Joãozinho está indo muito mal em matemática. Os pais já tentaram de tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, centros especializados, terapia, nada adiantou.
Aí ouvem dizer que há uma escola de freiras no bairro que é muito boa, e resolvem fazer mais uma tentativa.
No primeiro dia, Joãozinho volta para casa com a cara séria e vai direto para o quarto, sem nem mesmo cumprimentar a mãe. Ele senta na escrivaninha e estuda. Estuda sem parar.
A mãe o chama para jantar. Ele janta rapidinho e volta imediatamente aos estudos. A mãe nem acredita. Isso dura já algumas semanas.
Um dia, Joãozinho volta para casa com o boletim, que entrega a mãe.
Nota 10 em matemática! A mãe não se contém e pergunta:-
- Filho, me diga o que fez você mudar deste jeito? Foram as freiras?
Joãozinho balança a cabeça negativamente.-
- O que foi, então? - insiste a mãe - Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, O QUE FOI???
Joãozinho olha para a mãe e diz:-
- No primeiro dia quando eu vi aquele cara pregado no sinal de mais,
percebi que eles não estavam brincando...
Piadinhas Matemáticas
"Um grupo de engenheiros está tendo dificuldade em medir a altura de um mastro de bandeira com uma trena. Um matemático aparece e retira o mastro do chão, e o mede deitado com facilidade, depois vai embora. Um dos engenheiros reclama: “só podia ser matemático mesmo: nós queremos saber a altura, e ele nos dá o comprimento"
O que é um menino complexo?
- É o que tem a mãe real e o pai imaginário.
Na aula de matemática, o professor explica o cálculo de uma enorme equação e depois de algum tempo, conclui: - ...e dessa maneira, chegamos a conclusão que X é igual a zero! - Puxa, professor! - lamenta-se uma aluna. - Tanto trabalho por nada!
P: Quanto é 8 dividido em duas partes?
R: Na vertical é 3 e na horizontal é 0.
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